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CD Pedra Contida

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O álbum “Pedra Contida” é o resultado de uma residência artística de 5 músicos na Aldeia do Xisto da Cerdeira, na Lousã, no âmbito do XJazz- Ciclo de Jazz das Aldeias do Xisto. O grupo Pedra Contida nasce de um convite que foi feito a Marcelo dos Reis (guitarra), para montar um grupo de trabalho durante uma semana.

O grupo de músicos, que já se conhecia de outros projetos, logo se definiu por tocar uma música envolvida com o meio ambiente único daquela aldeia. “A Cerdeira é um local remoto e de características etimológicas muito especiais, seja o silêncio, os sons naturais, a geologia, a arquitetura. Tudo isso entrou pela nossa música dentro, cheia de respirações, silêncios e contradições. Basicamente é esse o conceito da nossa música, o relacionar-se com o meio envolvente”, referiu Marcelo dos Reis.

As práticas musicais contemporâneas do século XX caracterizaram-se por reestruturar as formas comuns da música identificada até então como clássica. A evolução das arquiteturas da música erudita e das formas do jazz através das novas roupagens que lhe foram sendo atribuídas, confluíram numa nova riqueza tímbrica ao nível dos “materiais” musicais utilizados, ora via texturas, ora via negação do virtuosismo académico, que Cage tão bem representou através da interpretação do silêncio versus som.

Se alguma tradição advém dessas novas abordagens musicais do século XX, pode-se dizer então, que a junção destes cinco músicos não acontece por acaso. Se por um lado Nuno Torres tem um gosto particular pela exploração tímbrica do seu saxofone alto, através de uma exploração “melódica não tradicional”, Angélica V. Salvi desenvolve um relevante trabalho dentro da música contemporânea, seja através da interpretação de repertório “clássico” ou através de improvisações estruturadas com ferramentas da música electrónica. Miguel Carvalhais é uma referência da música electrónica experimental nacional, através do seu trabalho editorial na Crónica Electrónica, por entre inúmeros projetos, destacam-se os “@c” em parceria com Pedro Tudela, grupo que tem mais de 20 edições discográficas. Na bateria e percussões está João Pais Filipe, jovem músico “hiperativo”, que coloca a sua energia nas mais diversas parcerias, com uma abordagem rítmica entre um Tony Oxley e um Jackie Liebezeit. A fechar o pentágono desta formação, está Marcelo dos Reis, guitarrista e improvisador que se tem vindo a afirmar no panorama das músicas mais avançadas, através de uma abordagem criativa sobre o instrumento mais popular do planeta, por entre diferentes projetos e colaborações, tem desenvolvido também um papel relevante na produção e organização de concertos.

ANGÉLICA V. SALVI harpa

NUNO TORRES saxofone alto

MIGUEL CARVALHAIS electrónica

MARCELO DOS REIS guitarra clássica

JOÃO PAIS FILIPE bateria e percussões

Edição: JACC- Jazz ao Clube Centro e ADXTUR

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